Terça-feira, Abril 01, 2008

Mulher feia + grana igual a


g

Quarta-feira, Junho 06, 2007

medo

Trecho da entrevista de Flávio Gikovateà revista ISTOÉ


ISTOÉ – O que o levou a escrever sobre a velha dicotomia entre o bem e o mal?
Flávio Gikovate – O tema da moral está presente há algum tempo em meu trabalho, mas antes tratava o egoísmo como algo pior do que a generosidade. Em 1976, escrevi que havia dois tipos de amor, por diferença e por semelhança. A grande maioria dos casais se estabelecem entre pessoas antagônicas. Hoje, a moda é falar em alma gêmea, mas, na prática, as pessoas continuam se encantando por oposição e dizendo que os opostos se atraem. A atração por opostos tem muitas causas, desde a dificuldade de auto-estima (não gostar do seu jeito de ser e se encantar com o outro) até o medo da paixão, muito intensa, estabelecida entre semelhantes. A paixão, diferentemente da maioria das relações, se dá entre pessoas parecidas.

ISTOÉ – Por quê?
Gikovate – Paixão é amor em grande intensidade mais medo em grande intensidade. O coração não bate por amor, mas por medo. E muita gente acha que, quando a paixão vai passando, é como se o amor diminuísse também. Apenas o medo diminui. Mas muitas paixões terminam quando os amantes não suportam o que chamo de medo da felicidade. Ele está na raiz do pensamento supersticioso. O olho gordo tem cinco mil anos. O medo da felicidade surge quando estamos no meio de muita coisa boa e temos a impressão de que um raio vai cair na nossa cabeça. Muitos preferem se unir a uma pessoa diferente de si para garantir um pouco de irritação. Ligar-se a uma pessoa antagônica encanta e irrita ao mesmo tempo. Na paixão, as afinidades são enormes, os dois se encaixam maravilhosamente bem e o pânico se instala. As separações ocorrem por isso, e não por causa dos obstáculos.

Terça-feira, Janeiro 09, 2007

Os Caminhos São Muitos

Os Caminhos São Muitos
por Sônia Carvalho


Os caminhos são muitos.
Nem sempre alegres.
Muitas vezes, cercados de dor.
Em diversos momentos, a dúvida se faz presente.
Não sabemos se conseguiremos vencer.
Os obstáculos parecem minar as nossas forças.
Procuramos por ajuda.
E em certos momentos, não encontramos.
Nos sentimos sozinhos, carentes e a procura de um colo.
O silêncio incomoda, a solidão aperta e dá vontade de sair correndo.
Nos sentimos tão frágeis.
Sem saber qual caminho seguir.
Sim, os caminhos são muitos.
Mas lembremos que nunca estaremos sozinhos.
Sempre teremos Jesus ao nosso lado.
Nos incentivando diante de cada prova que tivermos que enfrentar.
E até nos carregando, se for preciso.
E lembremos também, que nenhuma prova nos é apresentada, se não estivermos em condições de superá-la.
Na hora, talvez sintamos medo e acreditamos no nosso fracasso.
Mas somos capazes de contornar qualquer dificuldade.
E sobreviver a qualquer sofrimento.
O que hoje dói muito.
Amanhã terá se cicatrizado.
Não existe ferida que incomode eternamente.
Com o tempo tudo passa.
Até as ofensas que cremos jamais esquecer.
Com o tempo, muita coisa perde a sua importância.
Assim, como os pequenos e simples gestos passam a ser valorizados.
Muitos são os caminhos.
E a escolha é nossa.
Muitas vezes, o caminho escolhido, nos leva ao sofrimento.
Mas é esse sofrimento, que nos amadurece e faz com que, mais tarde, possamos escolher o caminho certo.
Muitos são os caminhos.
E todos têm algo a nos ensinar.
E sempre teremos forças para superar as adversidades encontradas em cada um desses caminhos.
Basta confiarmos na nossa força.
Porque tudo que almejamos externamente, encontra-se dentro do nosso ser.
A luz que buscamos, brilha dentro de nós.
Basta acreditarmos.
E é isso que fará a diferença.
Quando acreditamos em nosso potencial nos tornamos deuses.
Afinal, os caminhos são muitos.
Mas poderemos atravessar cada um deles...

Sônia Carvalho

Sexta-feira, Outubro 20, 2006

Pense nisso...

A realidade não é cruel. Cruel são nossas ilusões.

A realidade dá trabalho,mas é nela que construímos algo de concreto. As nossas ilusões (sejam com pessoas ou com a vida) são cruéis porque nos afastam de conseguirmos o que realmente queremos e,também, porque cobram um preço muito alto sem dar nada em troca.

Segunda-feira, Outubro 02, 2006

Direto no ponto

Homens e mulheres estão frustrados e carentes, pois esperam o que o outro não pode dar. Homens ainda idealizam uma mulher perfeita e mulheres ainda idealizam um companheiro que as apóie e ajude. O cenário é de pura reivindicação e isso abre brechas pra decepções e enormes frustrações.Geralmente exageramos na expectativa do outro, o que sempre causa frustrações.
Flávio Gikovate (psicanalista)

falou pouco e disse tudo.

A pessoa não faz por ela mesma e espera que o outro faça...não dá certo.

Você tem classe???

Saiu o relatório do IBGE sobre classes sociais por renda no Brasil.

São 5 as classes de renda ou 7 considerando os desdobramentos das classes A e B. Nessa nova classificação não entram considerações relativas a outros fatores indicativos de nível sócio-econômico (casa própria,carro,número de televisores no domicílio,etc), porque o assunto é renda e não riqueza. Importante notar tal detalhe já que evita concluir que uma pessoa tendo renda compatível com a classe B2, por exemplo, não possa pertencer à classe B1(algo comum na prática,embora grandes saltos entre classes sejam raros).

São elas (classe – renda familiar bruta – percentual dos domicílios):

• A1 - R$ 11 070,00 - 0,90%
• A2 – R$ 6 630,00 - 4,20%
• B1 - R$ 3 750,00 – 8,70%
• B2 - R$ 2 220,00 – 15,40%
• C - R$ 1 140,00 – 39,40%
• D - R$ 570,00 - 28,9%
• E - R$ 300,00 - 2,7%

C + D = 39,40 + 28,90 = 68,30..ou seja cerca de 68% dos domicílios pertencem as classes C e D e 71% de todos os domicílios vivem com até R$ 1 140,00 por mês

Quanto ao consumo a classe A representa 5,8% do total do que é consumido no país, a B2, B2 e C representam 19,8$, 19,3% e 27,3% respectivamente e a D e E 9,5% e 0,5% respectivamente.

Em relação a 1991 a classe A tinha 4,4% dos domicílios, a C 26,3% e a E 14,9%.
O que atesta a melhoria gradual da estratificação da renda no Brasil nesses últimos 15 anos.

The Road Not Taken

The road not taken

Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair,
And havíng perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads onto way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be teiling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence;
Two roads diverged in a wood, and I—
I took the one less traveled by,
And that has made ali the difference.
ROBERT FROST, 1916

Domingo, Outubro 01, 2006

Freakonomics

Acaba de sair no Brasil um livro daqueles em que a inteligência do autor estimula e enriquece a do leitor (Freakonomics - Steven Levitt). O sujeito paga R$ 45 e leva 266 páginas onde entende tudo o que um professor de economia escreveu. Mais: o economista escreve sobre coisas da vida real: o interesse do corretor de imóveis pela venda do seu apartamento ou a rentabilidade de uma boca de pó. São seis casos que podem ser lidos separadamente.

O autor Steven Levitt tem 37 anos, é professor da Universidade de Chicago e ganhou o prêmio concedido a cada dois anos ao melhor economista americano abaixo dos 40. Adquiriu notoriedade internacional em 2001 como co-autor de um estudo que atribuiu a queda da criminalidade americana nos anos 90 à legalização do aborto, nos 70. Isso mesmo: abortaram os criminosos.

Nesse capítulo do livro, de quebra, ele mostra que a queda da criminalidade em Nova York pouco teve a ver com o lero-lero da tolerância zero do prefeito Rudolph Giuliani. A palavra freak tem vários significados. Entre eles designa um grande interesse ou dedicação. Uma pessoa pode gostar tanto de economia a ponto de se tornar um freakonomic.

É possível identificar professores que ajeitam as notas de seus alunos para valorizar os testes das escolas? É, e Levitt mostra como.

Por que os traficantes de drogas moram com suas mães (em Chicago)? Porque na base, o tráfico paga tão mal quanto as grandes empresas.

Duas amostras da simplicidade e do prazer que Freakonomics oferece:
O diretor de uma creche resolveu inibir os pais retardatários cobrando uma multa de US$ 3 cada vez que eles viessem buscar suas crianças depois da hora (a mensalidade do lugar era de US$ 360). A multa amparava-se na teoria de que as pessoas não fazem uma coisa se têm de pagar por isso.

Errado. O número de retardatários aumentou. Os pais compraram a culpa de chegar atrasados. A multa foi suspensa. Voltou tudo ao normal? Não. Depois de terem comprado a culpa, os pais livraram-se dela.

Os pais de uma menina proíbem-na de brincar na casa de um dos vizinhos porque eles guardam um revólver. Deixam que tome banho de piscina na casa do outro. Escolha errada. A piscina é cem vezes mais perigosa que o revólver. Cada ano afoga-se uma criança para cada 11 mil piscinas existentes nos EUA. Para cada milhão de armas, morre uma criança.

Quarta-feira, Setembro 27, 2006

27 de setembro

Hoje é dia de São Cosme e São Damião!!!